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Documentário sobre Chacrinha ganha Cine-PE/Documental sobre Chacrinha gana Cine-PE

Por:

12-05-2009

Programa de TV de Chacrinha, em 1978 Os amigos do México podem não conhecer Chacrinha, mas aqui no Brasil ele foi um dos dois mais importantes apresentadores da história de nossa televisão. Irreverente, caótico, usando fantasias ridículas, e dono de um humor peculiar, ele passou por três emissoras de TV diferentes, sempre recebendo atrações musicais […]

Programa de TV de Chacrinha, em 1978

Os amigos do México podem não conhecer Chacrinha, mas aqui no Brasil ele foi um dos dois mais importantes apresentadores da história de nossa televisão. Irreverente, caótico, usando fantasias ridículas, e dono de um humor peculiar, ele passou por três emissoras de TV diferentes, sempre recebendo atrações musicais consagradas, jovens artistas em início de carreira e aspirantes anônimos ao sucesso – tudo embalado por dançarinas chamadas de “chacretes”. Abelardo Barbosa, o Chacrinha, morreu em 1988, e foi tema do documentário Alô, Alô, Terezinha (sua frase marca registrada), assinado por Nelson Hoineff.

O diretor fugiu ao esquema tradicional de documentário, evitando cenas de infância, por exemplo, preferindo mergulhar no universo do fantástico e absurdo que rodeava o apresentador. O filme segue o mesmo humor que Chacrinha imprimia aos seus programas, e conta com depoimentos de artistas famosos que passaram por seu palco e, claro, as aposentadas chacretes – incluindo, é claro, a sua número 1 Rita Cadillac, que hoje estrela filmes pornô.

Alô, Alô, Terezinha ganhou os prêmios de melhor filme pelo júri oficial e pelo público do Cine-PE, além de ter sido vencedor na categoria montagem e do troféu Gilberto Freyre (de obra com mais identidade nacional). Quem tiver curiosidade de conhecer Chacrinha, basta ir ao YouTube e digitar seu nome que vão aparecer inúmeros vídeos de programas antigos. Segue um deles, com sua reestréia na TV em 1982.

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Español:

Los amigos de México pueden no conocer a Chacrinha, pero aquí en Brasi fue uno de los presentadores más importanes de la historia de nuestra televisión. Irreverente, caótico, usando disfraces ridiculos y dueño de un humor peculiar, pasó por tres emisoras de TV, siempre recibiendo atracciones musicales consagradas, jovenes artístas en inicio de su carrera y anónimos aspirantes al triunfo   – todo empaquetado con bailarinas llamadas "chacretes". Abelardo Barbos, o Chacrinha, murió en 1988, y fue el tema del documental Alô, Alô, Terezinha (su frase marca registrada), firmado por Nelson Hoineff.

El director huyó del esquema tradicional del documental, evitando escenas de la infancia, por ejemplo, y prefirió sumergirse en el universo de lo fantástico y absurdo que rodeaba al presentador. El filme tiene el mismo humor que Chacrina imprimia a sus programas, y cuenta con declaraciones de artistas famosos que pasaron por su foro y, claro, las anfitrionas chacretes –incluyendo, claro, la número 1 Rita Cadillac, que hoy es estrella de filmes porno.

Alô, Alô, Terezinha ganó los premios del jurado y del publico de Cine-PE a Mejor película, además de haber sido vencedor en la categoría de edición y merecedor del trofeo Gilberto Freyre (a la obra con más identidad nacional). Quien tenga curiosidad de conocer a Chacrina, basta con ir a YouTube y digitar su nombre que va a aparecer con inumerables videos de programas antiguos. Siguen unos de ellos, en su reestreno en la TV en 1982.

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Colaborador en Cine Premiere desde 2001. Da pláticas, es jurado y ayuda a programar festivales. Los únicos maratones a los que va son de cine.

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