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“última Parada 174” fora do Oscar/ “última Parada 174” fuera del Oscar

Por:

14-01-2009

Bruno Barreto (à direita) dirige Última Parada 174/ Bruno Barreto (a la derecha) dirige Última Parada 174 O longa-metragem de Bruno Barreto ficou de fora da lista de pré-indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro. A obra recria os acontecimentos que já haviam sido mostrados no (bem superior) documentário Ônibus 174, de José Padilha (Tropa […]

Bruno Barreto (à direita) dirige Última Parada 174/ Bruno Barreto (a la derecha) dirige Última Parada 174

O longa-metragem de Bruno Barreto ficou de fora da lista de pré-indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro. A obra recria os acontecimentos que já haviam sido mostrados no (bem superior) documentário Ônibus 174, de José Padilha (Tropa de Elite). Para quem não viu nenhum dos dois filmes, ambos giram em torno do seqüestro do veículo do título por parte de um marginal viciado em drogas. A atrapalhada ação do Bope (sim, a mesma “tropa de elite”) terminou com uma refém morta e o assassinato “acidental” do bandido dentro da viatura policial.

Depois da obra definitiva de Padilha, Última Parada 174 é completamente dispensável, especialmente por ser um drama água-com-açúcar sobre o bandido e por desperdiçar o potencial do seqüestro em si, que é filmado da mesma maneira canhestra que uma cena de ação de novela. Bruno Barreto não quer dizer nada com Última Parada 174: não provoca reflexão; não aponta culpados; quase ousa passar a mão na cabeça do bandido, enquanto evita transformá-lo em um monstro. É um filme péssimo.

Como qualidade raramente norteia a indicação para um Oscar, Última Parada 174 pode ter ficado de fora por conta exatamente de Ônibus 174 já ter sido reconhecido internacionalmente (ganhou 23 prêmios mundo afora), e a Academia ter achado – com toda razão – que é o filme é “mais do mesmo”. A esnobada mostra o enfraquecimento do clã Barreto dentro do cinema brasileiro – Bruno já havia tido seu O Que É Isso, Companheiro? (em inglês, Four Days in September) indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, assim como seu irmão Fábio com O Quatrilho.

 

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En español:

El largometraje de Bruno Barreto se quedó fuera de la lista de precandidatos al Oscar al Mejor filme extranjero. La obra recrea los acontecimientos que ya habían sido mostrados en el (muy superior) documental Ônibus 174 (Omnibus 174), de José Padilha (Tropa de Élite). Para quien no vio ninguno de los dos filmes, ambos giran en torno al secuestro de un vehículo por parte de un marginal drogadicto. La atropellada acción de la BOPE (sí, la misma que Tropa de Élite) terminó con una rehén muerta y el asesinato "accidental" del bandido dentro de la patrulla de la policia. 

Después de la obra definitiva de Padilha, Última Parada 174, es completamente dispensable, específicamente por ser un drama endulzado sobre el bandido y por desperdiciar el potencial del secuestro en sí, que es filmado de la misma manera torpe que una escena de acción de novela. Bruno Barreto no quiso decir nada con Última Parada 174: no provoca reflexión, no muestra culpables, casi osa excusar al bandido y evita transformarlo en un monstruo. Es un filme pésimo.

Como la calidad raramente es guía para la nominación a un Oscar, Última Parada 174, pueder haberse quedado fuera porque cuenta exactamente lo que ya se ha reconocido internacionalmente en Ônibus 174 (ganó 23 premios al rededor del mundo), la Academia ha de haber encontrado –con toda razón– que el filme es "más de lo mismo". El desprecio muestra el adelgazamiento del clan Barreto dentro del cinema brasileño –Bruno ya había tenido su O Que É Isso, Companheiro? (en inglés, Four Days in September) nominado al Oscar como Mejor filme extranjero, así como su hermano Fábio con O Quatrilho.
 

Colaborador en Cine Premiere desde 2001. Da pláticas, es jurado y ayuda a programar festivales. Los únicos maratones a los que va son de cine.

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